Sistema Penitenciário do Bico deflagra quinta fase da Operação Lockdown

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A Superintendência de Administração dos Sistemas Penitenciário e Prisional da Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) deflagrou, nessa segunda-feira, 6, a quinta fase Operação Lockdown, que visa limitar o recebimento de novos presos às unidades prisionais durante a pandemia da Covid-19 e assim evitar a disseminação do novo coronavírus entre servidores e pessoas privadas de liberdade.

Dois estabelecimento prisionais do Bico forram selecionados, sendo nas cidades de Araguatins e Tocantinópolis.

O superintendente de Administração dos Sistemas Penitenciário e Prisional, Orleanes de Sousa Alves, explica que cada fase da operação dura 15 dias. “Esse é o prazo necessário para avaliar se as unidades prisionais selecionadas permanecem aptas a receberem novos presos com a realização de todo o protocolo necessário para preservar a saúde dos já custodiados e dos ingressos no sistema, a quinta etapa irá até o dia 20”.

No restante do estados, os estabelecimentos penais selecionados são nas cidades de Araguaína, Babaçulândia, Colméia, Araguacema, Pedro Afonso, Colinas do Tocantins, Palmas, Lajeado, Paraíso do Tocantins, Miracema, Porto Nacional, Talismã, Gurupi, Dianópolis e Arraias.

Explica-se que a limitação de unidades para receber novos presos, respeita a regionalização operacional e administrativa, ofertando o ingresso de novos presos, em cadeias ou casas prisionais, nas cinco regiões estratégicas conforme orientações do Plano Estadual de Segurança Pública (Pesse).

Outras medidas

A Operação Lockdown integra uma série de medidas adotadas pela Seciju desde o anúncio da pandemia, entre elas estão a suspensão de visitas às unidades, destinação de celas de isolamento para os novos presos, protocolos de limpeza e higienização do ambiente, uso obrigatório de máscara dentro das unidades, triagem em servidores, prestadores de serviços e representantes do judiciário que pretendem entrada as unidades prisionais e ainda foi estipulado o contato mínimo entre agentes e reeducandos.